Uma loja online própria para o cliente comprar sozinho — com o preço, o desconto e a condição de cada um — e todo o resto junto: prospecção, CRM, pipeline, campanhas, rotas e comissões.
Sua loja online para o cliente comprar sozinho, a qualquer hora, sem ligar para o vendedor. O preço, o desconto, o frete e a condição de pagamento que aparecem no portal são os mesmos que o vendedor aplicaria no pedido interno — o portal lê o que você já cadastra no sistema, sem tabela paralela nem regra própria.
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A loja fica num endereço seu, separado do sistema. O cliente entra com o CNPJ dele e uma senha, e a partir daí só enxerga o que foi liberado para ele — catálogo, preço e condições. Não vê nada dos outros clientes, e a sessão do portal é independente da sua: ninguém chega ao sistema administrativo por ali.
A vitrine é montada por você: escolhe os banners, quais produtos aparecem em destaque e como as linhas são organizadas. O cliente busca pelo nome ou pelo código, filtra pela fábrica que interessa e navega pelas linhas e subcategorias que você já usa no sistema — sem cadastro paralelo.
O sistema cruza a área de atuação de cada fábrica com a cidade e a atividade do cliente. Se a fábrica não entrega naquela região, os produtos dela nem aparecem. É o que evita o pedido que você teria de cancelar depois — e a conversa desagradável que vem junto.
O portal usa exatamente a mesma conta, na mesma ordem: preço exclusivo daquele cliente primeiro, depois a tabela em que ele está vinculado, depois a tabela geral em vigor e, por último, o preço base. Não existe tabela paralela do portal — mexeu no preço no sistema, mudou na loja.
Cada fábrica tem o próprio pedido mínimo, frete e condição de pagamento. Um carrinho só faria o cliente atingir o mínimo de uma fábrica com produto de outra. Por isso é um carrinho por fábrica, e cada um fecha com as regras que são dele.
Antes de deixar fechar, o portal confere o valor mínimo da fábrica, se a quantidade respeita o múltiplo da embalagem, em que faixa de desconto o pedido caiu e se o frete é CIF ou FOB. O cliente vê quanto falta para a próxima faixa — e costuma aumentar o pedido sozinho.
O que o cliente fecha entra no sistema como orçamento, identificado como vindo do portal, e fica esperando o vendedor. Você confere, ajusta o que precisar e só então converte em pedido. A loja vende sozinha, mas não fatura sozinha.
Envie campanhas pelo WhatsApp direto da plataforma, para os contatos da sua própria carteira de clientes. Conecte o seu número em segundos, sem a burocracia de uma conta comercial verificada.
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A conexão é feita lendo um QR Code com o celular, como no WhatsApp Web. Não é preciso conta comercial aprovada nem processo de verificação na Meta para começar: o número que já é o da sua empresa serve.
A lista de destinatários vem da sua própria base, com os filtros que você já usa: por vendedor, por cidade, por fábrica, por situação. Não há planilha para montar nem contato para digitar de novo.
A mensagem aceita o nome do cliente e outros dados do cadastro, então cada pessoa recebe um texto que parece escrito para ela. Dá para anexar a tabela de preços em PDF, a foto do produto ou um vídeo curto no mesmo disparo.
Disparo em rajada é a forma mais rápida de perder o número. Você define o intervalo entre mensagens, quanto pode sair por hora e por dia, e em que janela do dia o envio acontece — fora dela, a fila espera.
Telefone digitado à mão vem de todo jeito: com e sem o nove, com DDD entre parênteses, com traço, com código do país. O sistema arruma tudo antes de enviar, para que número certo escrito errado não vire erro de entrega.
Toda mensagem fica gravada com o que aconteceu: enviada, com erro ou ainda na fila. Quem responde aparece no inbox dentro do sistema, junto do cliente — a conversa não fica presa no celular de quem disparou.
Cada campanha de WhatsApp vira um funil de vendas. Os clientes que receberam a mensagem entram no kanban com o valor que costumam comprar e a chance de comprar agora — e a venda que chega no período da campanha fecha o cartão sozinha. No fim, você sabe quanto a campanha vendeu de verdade.
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Na tela da campanha, o botão Criar pipeline monta um funil com as etapas Mensagem enviada, Respondeu, Negociando, Pedido fechado e Sem interesse. Você escolhe a fábrica e quem entra (só quem já recebeu ou todos) e vê a prévia antes de criar. Clicar de novo para a mesma campanha e fábrica abre o funil que já existe, em vez de duplicar.
Cada cliente que recebeu a mensagem vira um cartão no kanban, já com o vendedor responsável pela carteira. Cliente com dois números entra uma vez só, e quem ainda não recebeu aparece marcado como aguardando envio.
O valor de cada oportunidade é o pedido médio daquele cliente na fábrica escolhida nos 12 meses antes da campanha — e não o total do ano, porque uma campanha costuma gerar um pedido. Quem nunca comprou fica sem valor, em vez de um zero que distorceria a soma.
O sistema compara há quanto tempo o cliente não compra com o intervalo que ele costuma levar entre um pedido e outro: quem está na hora de repor recebe chance alta; quem comprou há pouco ou está muito além do ritmo, chance baixa. O quadro mostra o total em aberto já ponderado por essa chance.
Quando entra no sistema uma venda do cliente naquela fábrica, dentro do período da campanha, o cartão vai sozinho para Pedido fechado, com o valor vendido. Ninguém precisa lembrar de atualizar o funil. Venda depois do fim da campanha não conta como resultado dela.
Ao fim, o relatório mostra quanto a campanha deveria vender pelo histórico e quanto vendeu de fato, cliente a cliente, separando quem já comprava de quem comprou pela primeira vez na fábrica. É assim que você descobre se a campanha valeu a pena.
Toda a sua carteira de clientes e prospects em um lugar só: histórico completo, segmentação e integração direta com os outros módulos.
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Você digita o CNPJ e o sistema traz razão social, nome fantasia, endereço completo, inscrição estadual e atividade. O que sobra para preencher é o que só você sabe: o contato certo, a rota e as condições combinadas.
Para quem chega com a carteira em planilha, a importação aceita clientes, vendas e faturamento. O sistema aponta as linhas com problema antes de gravar, em vez de importar pela metade e deixar você descobrir depois.
A ficha do cliente junta o que ele comprou, quando foi visitado, o que foi conversado e o que ficou combinado. Quando o vendedor sai de férias — ou da empresa — a memória do relacionamento fica.
O sistema acompanha quanto tempo faz desde a última compra de cada cliente e avisa quando alguém passa do prazo que você definiu. Cliente não some de uma vez: ele vai sumindo, e é nesse intervalo que dá para reagir.
Ao abrir o sistema, você vê os clientes do dia: retornos combinados, quem está na hora de repor e quem está sumindo. Um clique abre a mensagem já escrita para a situação, você escolhe o contato (comprador, financeiro, dono) e envia pelo WhatsApp — pelo do sistema, com a conversa guardada, ou pelo do seu celular.
Cada empresa enxerga só os próprios dados. Dentro dela, o vendedor vê a carteira dele e o administrador vê tudo — sem precisar de dois sistemas nem de planilha separada por representada.
Todo o funil de vendas num quadro Kanban: arraste cada oportunidade entre as etapas e acompanhe a evolução de cada uma em tempo real.
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As etapas são as suas, com os nomes que sua equipe usa. Dá para ter mais de um funil — um para cliente novo, outro para reativação — cada um com o seu próprio caminho até o fechamento.
As empresas encontradas na prospecção viram cards no funil sem redigitação, já com endereço, telefone e os contatos que foram descobertos. O vendedor começa o dia com a lista pronta.
Ligação, visita, proposta enviada, objeção que apareceu: tudo fica no próprio card, na ordem em que aconteceu. Quem pega o lead no meio do caminho entende onde a conversa parou.
Cada card carrega o próximo passo com data. O que está vencendo aparece para o vendedor no começo do dia, em vez de depender de ele lembrar de olhar card por card.
Escolhendo a etapa e a cidade, o sistema monta a rota do dia e abre no Google Maps já na ordem que anda menos. Os pontos vão por coordenada, não por endereço escrito — que é o que fazia o Maps errar o lugar e obrigar o vendedor a tirar paradas da rota.
Quando o lead fecha, ele vira cliente com os dados que já foram levantados ao longo do funil — sem cadastrar de novo o que já estava ali.
Campanhas com editor visual, listas segmentadas e acompanhamento de aberturas e cliques em tempo real.
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O e-mail é montado direto no sistema, com imagem, GIF e link. Não é preciso conhecer HTML nem contratar alguém para montar cada campanha.
O que funciona vira modelo e volta a ser usado na campanha seguinte, já com a assinatura e a identidade da empresa. Campanha nova deixa de começar do zero toda vez.
A mesma carteira do CRM alimenta as listas, com os recortes que você já usa. Cada vendedor pode falar com os clientes dele sem misturar com os dos outros.
Mandar tudo de uma vez é o caminho mais curto para cair em spam. O sistema segura o ritmo dentro dos limites que você definir, distribuindo o disparo ao longo do tempo.
Você vê quem abriu e quem clicou em cada campanha. Isso muda o dia seguinte do vendedor: ele liga primeiro para quem demonstrou interesse, e não na ordem da lista.
O disparo continua rodando no servidor depois que você fecha o navegador. Campanha grande não prende ninguém esperando a barra de progresso terminar.
Todos os seus clientes no mapa: rotas de visita por região e, no mapa de calor, onde estão as maiores concentrações de clientes e de oportunidades.
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Toda a carteira aparece no mapa, com o endereço que está no cadastro. Ver a distribuição no mapa mostra na hora o que uma lista nunca mostra: onde você está concentrado e onde tem espaço vazio.
As regiões com mais oportunidades aparecem mais quentes. Serve para decidir onde abrir rota nova e onde não vale a viagem.
Dá para olhar o mapa de um vendedor só, de uma região, ou apenas dos clientes que estão sem comprar há um tempo — que é quando o mapa vira roteiro de reativação.
Escolhidas as paradas, o sistema organiza a ordem para reduzir o caminho e abre direto no Google Maps. O vendedor sai com o roteiro pronto em vez de decidir o próximo cliente dentro do carro.
A performance comercial da equipe em painéis visuais: evolução das vendas, comparações e relatórios para exportar.
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O administrador vê o resultado da empresa inteira; o vendedor vê o dele. É o mesmo painel, com o recorte que cabe a cada um — ninguém precisa pedir relatório para saber como está.
O quanto já foi vendido no período aparece ao lado da meta e do mesmo período do ano passado. Saber que faltam 20% para a meta no dia 25 é informação diferente de saber no dia 5.
Devolução corrói o resultado sem aparecer no total vendido. O relatório mostra o que voltou, de quem e de qual fábrica, para a conversa acontecer antes de virar rotina.
Qualquer quadro pode virar CSV para você continuar a análise na planilha, mandar para a contabilidade ou levar para a reunião com a fábrica.
Todo número pode ser comparado com o período anterior ou com o ano passado. Número sozinho não diz se é bom; comparado, diz.
Comissão calculada por vendedor com regras por fábrica. Cada vendedor vê só as próprias comissões.
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Cada representada paga de um jeito, e o sistema guarda a regra de cada uma. O cálculo deixa de depender da planilha que só uma pessoa sabe manter.
Dentro da mesma fábrica, cada vendedor pode ter o seu percentual — por tempo de casa, por região ou pelo que foi combinado na contratação.
No fechamento do mês sai o valor de cada vendedor, com os pedidos que entraram na conta. Quando alguém questiona, a resposta está na mesma tela.
Ele vê o que já ganhou no mês sem precisar perguntar para o escritório. Comissão visível durante o mês costuma mudar o comportamento no fim dele.
Tabelas de preço por fábrica, vinculadas a grupos de clientes, e preço exclusivo por cliente quando precisar.
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Cada fábrica pode ter quantas tabelas precisar — por região, por perfil de cliente, por campanha — cada uma com a própria vigência.
O sistema procura nesta ordem e para no primeiro que encontra: preço exclusivo daquele cliente, depois a tabela em que ele está vinculado, depois a tabela geral em vigor e, por último, o preço base do produto. Essa mesma conta vale no pedido interno e no portal B2B — é uma regra só, num lugar só.
Quando a fábrica reajusta, você aplica o percentual na tabela inteira em vez de produto por produto — e a tabela antiga continua registrada para os pedidos que foram feitos com ela.
Prazo e forma de pagamento acompanham a tabela. O preço à vista e o parcelado deixam de ser combinação verbal que cada vendedor lembra de um jeito.
Cadastre os produtos em oferta com o preço e as datas de início e fim, para a fábrica, o enquadramento e as atividades que você escolher. A oferta vale no pedido e no portal B2B só quando é menor que o preço do cliente — nunca encarece quem tem preço negociado — e, no fim da validade, o preço volta sozinho. A lista mostra quanto cada campanha vendeu.
Diga onde cada representada vende — cidades e atividades — e o sistema passa a respeitar isso em tudo: o portal B2B só mostra ao cliente as fábricas que atendem a cidade dele, e a prospecção procura nos lugares certos.
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Você cadastra, por representada, as cidades onde ela vende. Dá para montar várias áreas para a mesma fábrica e desligar uma sem apagar o cadastro.
Se a região já está montada como rota, as cidades dela entram na área de uma vez — somadas às que já estavam, sem substituir.
Uma área pode valer para todas as atividades ou só para uma: a mesma fábrica pode atender supermercados numa cidade e apenas farmácias em outra.
O catálogo do portal usa a área de atuação: o cliente vê só as fábricas que atendem a cidade e a atividade dele. Ninguém pede o que você não entrega.
Ao buscar clientes da carteira para uma fábrica, o sistema considera só quem está dentro da área de atuação dela — a lista já sai com quem ela pode atender.
Defina quanto a empresa, cada vendedor e cada representada precisam vender no mês, e acompanhe a meta contra o realizado com os mesmos números do Dashboard de Vendas.
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As três são a mesma meta vista de três ângulos: o total da empresa, quanto cada vendedor precisa vender e quanto cada fábrica deve trazer. Dá para detalhar uma representada por vendedor.
Ao lado do total do mês aparece quanto somam os vendedores e as representadas, e a diferença aparece antes de você perguntar. Meta em construção pode ser salva mesmo sem fechar a conta.
Há atalhos para repartir a meta, mas nada é preenchido sozinho: quem decide quanto cada vendedor vende é o gestor, não a média.
O acompanhamento compara a meta com o que foi vendido usando o mesmo cálculo do Dashboard de Vendas — as duas telas nunca mostram números diferentes.
O cadastro das metas é do administrador. No acompanhamento, o vendedor vê só os próprios números, e o gestor vê a equipe inteira.
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